sexta-feira, 26 de outubro de 2012

domingo, 21 de outubro de 2012

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Banda Surpresa

Sem mais delongas, a banda supresa é:

Foto por Luan Barros
DEAD LOVER'S TWISTED HEART

A banda de Belo Horizonte vai integrar a programação de domingo, que fica asssim:

Domingo na Praça
16h
Gratuito
DJ Amplis (BH)
Absinto Muito (7Lagoas)
Zvook+Marcella PostModern (7Lagoas)
Dead Lover's Twisted Heart (BH)
Autoramas (RJ)

Programe-se.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

BANDA SURPRESA NO FESTIVAL GRAMOPHONE

O Festival Gramophone tá que tá. E não poderia ser melhor a notícia. Umas das bandas fodas do cenário da música Indie entra com tudo no Festival. Amanhã divulgaremos a outra atração foda do Gramophone. Vamo que vamo galera!


Inscrições para as oficinas


A partir desta segunda-feira as inscrições para as oficinas estão abertas. Abaixo segue as explicações de cada oficina. Basta escolher a que você quer fazer e preencher o nosso formulário abaixo.

Seja bem vindo ao Gramophone 2012.

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO


Oficina Cobertura Colaborativa
Data: 25 e 26 de outubro (quinta e sexta)
Horário: 14h
Local: Centro Cultural Nhô Quim Drummond (Casarão)
Responsável: Casa Fora do Eixo Minas

Release: A proposta da Cobertura Colaborativa é uma alternativa sustentável, livre e simples para cobrir qualquer tipo de evento e aproximar pessoas da produção do mesmo. É esperado que os participantes consigam visualizar como se dá o fluxo de cobertura de um evento, desde o planejamento à pós-produção, de uma forma simples, rápida e eficiente, através do uso de midias livres e do compartilhamento de conteúdo. Adaptando-se à equipe disponível através de escalas de revezamento e um planejamento de conteúdo, postagem e abordagem, que costumam ser intimistas e livres. A Cobertura Colaborativa é um exemplo prático de como se dá a lógica colaborativa de trabalho e processos de formação livre.
Vagas: 25



Oficina Gestão de Carreira
Data: 25 e 26 de outubro (quinta e sexta)
Horário: 19h
Local: Centro Cultural Nhô Quim Drummond (Casarão)
Responsável: Fred Berli



Release: Este programa tem como objetivo a formação de artistas sob a perspectiva do Artista igual pedreiro. Artista empreendedor, que sabe que o desenvolvimento de sua carreira e obra artística depende da capacidade de percerber, interagir e trocar com o novo contexto da cena musical contemporânea. Dessa maneira o artista estará melhor capacitado para enfrentar os desafios de sua carreira, deixando claro para ele que ele é o maior responsável pelo desenvolvimento de sua carreira possibilitando assim, um entendimento mais claro do papel do artista como “ponto de linguagem”, os campos de troca e um relacionamento orgânico com a rede.
Vagas: 20



Oficina Pra Guardar
Data: 27 de outubro (sábado)
Horário: 14h
Local: Centro Cultural Nhô Quim Drummond
Responsável: Felipe Godoy

Release: Pra guardar, carregar, levar, entregar, guardar de novo, e retornar a carregar. É pra isso que serve uma Eco-bag (talvez não só isso). Muito se tem falado hoje em dia pra dar-mos tchau a tal sacolinha de plástico, que tem como habitat natural os supermercados e que resistem a extinção, para trocar o descartável pelo retornável. É isso que a “oficina pra guardar” constrói. Nada menos que bag’s, caixas, bolsas, carteiras, mochilas, necessaires, capinhas de notebook, entre outros guarda-coisas, a partir de um material de discarte, como o banner. A proposta é transformar.
Vagas: 15




Oficina Fotografia
Data: 27 de outubro (sábado)
Horário: 14h
Local: Centro Cultural Nhô Quim Drummond (Casarão)
Responsável: Colméia - Creative Photo Studio

Release: A fotografia é uma linguagem de rápida produção e impacto imediato. Dialoga com os elementos do mundo de maneira antropológica, ressignificando e lançando novas perspectivas sobre o olhar comum. De coberturas institucionais à imersões em temáticas macro da política, a produção fotográfica traduz e representa diferentes momentos e movimentos da sociedade, entendendo a linguagem como ferramenta para politização e conscientização do público.
A oficina visa passar aspectos conceituais e técnicos da fotografia, a partir de vivências em campo e debates dos conteúdos gerados.
Vagas: 15

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Programação Gramophone 2012


É chegada a hora de conhecermos os artistas que se apresentam no Gramophone 2012. Serão 9 apresentações, divididas no Opinião Pub e Praça Tiradentes, além de três oficinas e uma mesa de debate no Centro Cultural Nhô Quim Drummond (Casarão).
Então chega de blábláblá e vamos à programação.

Sexta (26/10)
Opinião Pub
A partir das 23h
Soldado Marimbondo (7 Lagoas)
Fusile (BH)
Fusile, por Marina Abadjieff

Sábado (27/10)
Opinião Pub
A partir das 23h
El'son da Terra (7 Lagoas)
Vivendo do Ócio (BA)
Vivendo do Ócio, por Ricardo Calabro

Domingo na Praça (28/10)
Praça Tiradentes
A partir das 16h
DJ Amplis (BH)
Absinto Muito (7 Lagoas)
Zvook+Marcella The PostModern (7 Lagoas)
Autoramas (RJ)
AUTORAMAS



Mas não é apenas de shows que vive o festival.
A programação de oficinas e debate é a seguinte:

Quinta-feira (25/10)

14h - Oficina de Cobertura Colaborativa
Local: Centro Cultural Nhô Quim Drummond (Casarão)
Inscrições em breve neste blog
Gratuito

19h - Oficina de Gestão de Carreiras
Local: Centro Cultural Nhô Quim Drummond (Casarão)
Gratuito


Sexta-feira (26/10)

14h - Oficina de Cobertura Colaborativa
Local: Centro Cultural Nhô Quim Drummond (Casarão)
Gratuito

19h - Oficina de Gestão de Carreiras
Local: Centro Nhô Quim Drummond (Casarão)
Gratuito


Sábado (27/10)

14h - Oficina de fotografia
Em parceira com o Colméia - Creative Photo Studio
Local: Centro Cultural Nhô Quim Drummond (Casarão)
Gratuito

14h - Oficina "Para Guardar"
Ministrado pelo artista plástico Felipe Godoy
Local: Centro Cultural Nhô Quim Drummond
Gratuito

16h - Mesa de debate
"Utilização das mídias sociais para formação de redes na mobilização para a causa ambiental"
Em parceira com a ONG Adesa
Local: Centro Cultural Nhô Quim Drummond
Gratuito

As inscrições para as oficinas estarão abertas na próxima semana. Fiquem atentos.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Vem aí Gramophone 2012



Está chegando novamente. Nem parece que mais de um ano se passou, desde o último acorde, o último aplauso, naquele nostálgico dia 31 de agosto de 2011, quando BNegão encerrou o Gramophone 2011. É, passou-se um ano, e cá estamos nós, movimentando nosso querido festival, nosso maior evento anual. Então, com grande satisfação anunciamos que a equipe do Coletivo Colcheia já trabalha incansavelmente no festival.

Para este ano, algumas coisinhas mudaram. Em vez de termos shows dentro do Anfiteatro do Casarão, decidimos ainda mais democratizar o evento. Um grande palco será armado na praça, para receber oito bandas quatro no sábado e outras quatro no domingo. O nosso eterno pub predileto, o Opinião, será mais uma vez nossa casa, e também vai receber shows na sexta e sábado, como no ano anterior.

Então, marca aí na agenda. Entre os dias 26 e 28 de outubro já temos um compromisso. Um compromisso com a boa música autoral, com a cultura. Em breve traremos todas as novidades, como a programação completa.

Não perca. Vem aí o Gramophone 2012! Nos vemos lá.


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Terra de gigantes

A cobertura audiovisual do sábado do Festival Gramophone:

O domingo no Gramophone

Domingo, último dia de Gramophone. Dia de se despsdir de um filho. Durante meses o coletivo colcheia se debruçõu sobre esse festival para trazer à Sete Lagoas o melhor da música independente. Um festival que
integrou várias estilos, várias linguagens e várias tribos. Diverso, assim podemos defini-lo.

Nesse domingo, o evento começou na praça Tiradentes com Maria Melodia, representando bem a cidade. Enquanto eles tocavam a praça, timidamente, ia enchendo, as pessoas iam se aproximando do coreto
central. Muito som e uma bela abertura dos 5 integrantes. Desce Maria Melodia e entra o hip hop na área, como o break. Os B-boy mandaram vê na dança. Lançaram uma batalha, um grupo instigava e outro replicava, apenas com gestos na dança. Um verdadeiro show.

Depois, continuando a onda hip hop estabelecida, sob no palco, Slim Rimografia e Thiago Beats. Chegaram no show de helicóptero, pelo menos tive a sensação de ouvir um (risos). Thiago Beats representou bem o
Beatbox e Slim no improviso.

Essa foi a sequência ad praça Tiradentes, shows que abriram o Casarão. Acabou a praça, bora pro casarão!

Primeira banda, fruto da terra, a banda Zero A, que ja tem mais de 10 anos de estrada,mobilizou um coral na arena. Logo depois entra a banda K2, também com mais de 10 anos de estrada. A energia do trio contagiava o público que estava ali para prestigiar o evento. Um belo show e energizante. Por fim, para fechar com chave de ouro o festival e gastar a energia liberada pelo K2, BNegão.

O show do BNegão levou as pessoas a descerem da arquibancada e se concentrarem frente ao palco, no "funk até o caroço" as pessoas curtiam, cantavam e pulavam a mistura explosiva de Hip-Hop, Musica
Jamaicana, Jazz, Samba, Soul, Funk Carioca, Afrobeat e Rock.

E assim, retirando a jangada rumo ao mar, o festival Gramophone 2011 terminou ao som de Suíte do Pescador. Ainda bem q o bom pescador sempre retorna para sua casa, sendo assim, esperamos o Gramophone 2012.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Sexta-feira no Gramophone

Depois de abrir o festival com show de Marina Machado, na sexta-feira as oficinas de Midialivrismo e Elaboração de Projetos Culturais continuaram e ainda teve show no Opinião Pub com Ganga Bruta e Vendo 147. Confira o que rolou!

domingo, 31 de julho de 2011

Um sábado repleto de arte

Assim foi o sábado no Casarão Cultural de Sete Lagoas, cheio de som, imagens, artes, pessoas, movimento. Aliás, muito movimento. A programação do festival no Casarão começou as 9 hs da manhã com os desenhos do coletivo In Grafitti. Muita cor, tintas, ideias fizeram de uma simples parede branca uma obra de arte. O Multirão de Grafitti, ação integrada ao compacto.arte, terminou as 17 horas.

Passagem de som, 4 bandas para afinarem seus shows. Tudo pronto, começa o primeiro show do dia. A banda Charge sobe ao palco e da início a uma sequência de 4 bandas ali, dividindo os dois palcos que foram montados em uma espécie de arena. Arquibancadas ao redor do palco começaram a ser ocupada aos poucos pelo público.

Desce Charge e já sobe 4 Instrumental, tudo muito rápido para compensar o atraso. O quarteto, que inicia a turnê aqui em Sete Lagoas junto a Jair Naves, faz a galera se aglomerar frente ao palco para curtir o som.

Muita música, e em sequência entra Nevilton, que teve o disco "Pressuposto" eleito como o 4º Melhor Disco Nacional e com a música “O Morno” escolhida a 2ª Melhor Música Naciona, pelo  Top 10 da revista Rolling Stone Brasil, fez todos se mexerem.

Para finalizar a noite no Casarão, Jair Naves. Um estouro no palco! Jair trouxe à Sete Lagoas, toda a sua vontade e euforia de tocar. A energia no palco contagiou todos os presentes do Festival. Um esquenta para o que o  resto da noite reservava.


Acaba o Casarão e começa o Opinião Pub. Casa cheia para receber Rafael & The Aqua Pang e Macaco Bong. Duas bandas que fizeram todos cairem na pista de dança. Rafael & The Aqua Pang” surgiu há cerca de um ano num estúdio particular construído para descosturar ideias. Artista mineiro, Rafael Coimbra trabalha de maneira única ao explorar cada detalhe daquilo que pretende transmitir.Noite sábado finalizada com o melhor do rock, o rock experimental instrumental de Macaco Bong.
E ainda tem mais! 

Nova cara ao Casarão

Texto: Hugo Araújo Prado



Àqueles que não estão acompanhando a programação do Gramophone, em Sete Lagoas, minhas mais sinceras condolências. Longe de ser somente um festival de bandas independentes, o Gramophone 2011 tem promovido uma movimentação cultural que há muito não se tem notícias no contexto Setelagoano. Aqueles que estão acompanhando o festival sabem do que estou falando.

Quem chegou ao Casarão nesta tarde de sábado (30) deu de frente com o trabalho de grafitagem feito pelo pessoal do In Graffiti, logo detrás do palco destinado aos shows. Não havia como não notar que a conhecida arena do Casarão tinha ganhado uma nova faceta, muito mais acolhedora a quem chegava. Se você andasse um pouco mais pelo ambiente se depararia com uma “teia de poesias”, produto do trabalho do “Fora do eixo letras”. Qualquer um que chegasse poderia ler poesias oriundas de artistas de todo Brasil e, gostando, poderia levar para casa. Ou seja, grifitagem, poesia e musica integrando o mesmo ambiente. O resultado pode ser conferido por todos que passarem por lá hoje (domingo).

Contudo, quero voltar o meu olhar pros eventos que antecederam aos shows que estavam marcados para começar às 17 horas de sábado. Pois então, fui um dos primeiros a chegar ao Casarão, 9 horas da manhã. Então vi o pessoal da organização chegando pouco a pouco e depois o pessoal que ia fazer a grafitagem. Foi quando dirigi meu olhar a um muro branco e percebi nele a frase: “começa aqui”. A partir desse momento, tomei consciência de que a cultura já estava em movimento: o mutirão de graffiti, oficina de cultura Hip Hop, debate sobre o novo mercado da música e exposição de obras de arte e poesias, ocorrendo simultaneamente. Há muito tempo não ocorre em Sete Lagoas uma movimentação que tenha trazido tantos bons frutos.

sábado, 30 de julho de 2011

Segundo dia de Oficina de Elaboração de Projetos

Texto: Bárbara Ramos
Imagens: Bella Tymburibá



A Oficina de Elaboração de Projetos foi ministrada por Roberta Henriques, agente de sustentabilidade de projetos do Coletivo Pegada de Belo Horizonte.

Durante os debates, foi percebida a grande preocupação dos particiantes quanto a atuação da classe artística local e os abismos existentes dentro dela. Esse distanciamento dentre o grupo vem impedir grande parte da produção cultural local, assim discutiram sobre formas de provocar um estreitamento das relações da classe;consequentemente promovendo a valorização da coletividade de trabalho e viabilidade e interação da produção cultural da cidade.

O objetivo da oficina é “clarear” a visão dos interessados quanto a viabilidade de um projeto cultural; o que para alguns parecia algo tão distante, foi se tornando próximo e sólido no decorrer da oficina, tão sólido e simples que resultado foi o planejamento de um evento que promoverá a aproximação da classe empresarial local com a classe artística e agentes culturais. O objetivo é mostrar aos empresários os benefícios dos investimentos em produtos culturais, sejam por leis fiscais ou investimentos diretos. E, eis a palavra-chave, cultura é investimento social e econômico! Um investimento que traz resultados concretos e coletivos, pois além de beneficiar o empresariado dando uma nova roupagem à imagem de sua empresa, traz para a cidade a oportunidade da valorização dos talentos locais, turismo e fluxo da economia local; dentre outros inúmeros benefícios que a realização de projetos culturais podem alavancar dentro de uma cidade. Um exemplo próximo de mudanças de comportamento e consumo é o próprio Festival Gramophone, que além de abraçar bandas musicais e artistas do cenário independente oferece para o público da cidade uma programação rica e diversa em conteúdos culturais.

O projeto/evento planejado na oficina já possui todo um cronograma de execução, e pela empolgação, dedicação e competência dos participantes, o evento sairá do papel logo, logo. A Oficina de Elaboração de Projetos realizada no Casarão, foi tão rica para a faminta demanda setelagoana que gerou um embrião que será de serventia incisiva para o mercado cultural local! Aguardamos ansiosos por este nascimento!

Confiram as imagens!


A Profileração da Cultura

Texto: Wellington Brum Lima

wblgothamcity@hotmail.com
polifoniamovimentosculturais.blogspot.com




Começou dia 28 e vai até o dia 31 de julho de 2011 o Festival Gramophone, promovido pelo Coletivo Colcheia / SL, regado com muitos shows musicais como requer o movimento, oficinas de produção cultural, intervenções poéticas e muito mais. Movimentando o cenário central citadino, com palco montado em plena praça Tiradentes, com bandas que tocarão no Anfiteatro do Casarão e no Opinião  Pub, o movimento traz vida e ares alternativos para o município. São novas formas de pensar e que se traduzem no modo de vestir, falar e se interagir. Prova disso, foi o encontro de várias tendências e gerações no show de Marina Machado que abriu  a quinta feira, dispensa comentários, mas que evocam elogios pela ótima escolha para se começar um festival com os dois “pés direitos”. Sem dizer que, quando acreditamos que nada mais podia nos surpreender por acharmos que já estava tudo completo, eis que surge pela voz de Marina uma surpresa de última hora: Flávio Venturini. O cantor com sua enorme simpatia e competência musical nos presenteou com canções que sempre estão atuais no cenário musical e na boca de todos.

Entretanto, para além de ótimos shows há algo mais que deva ser percebido em tal evento: a proliferação da cultura de uma forma nunca vista antes. Mais do que entretenimento por outros caminhos, o Festival Gramophone traz a concretização da cultura de forma aberta à todos com muita qualidade e democracia. Artistas com muito potencial que podem mostrar toda sua condição sem, de certa maneira, pedir permissão a um grupo que se faz enquanto únicos capazes de serem produtores culturais. Prova disso, é maneira como é viabilizada toda organização do evento. Não há um descarte de nenhum setor da sociedade, simplesmente, a realização mesmo que algum outro setor não queira participar. Resumindo, vamos fazer e segue-se em frente. Tanto que o evento aconteceu  e um  número significativo de pessoas prestigiou-o,  em plena quinta feira, ficando até o final e movimentando os corredores do Casarão.


Mesmo que contratempos possam ter surgido, como em toda organização, o importante é justamente a superação de todos os percalços para realizar aquilo que de fato é o objetivo principal de quem trabalha com a cultura com verdadeira intenção e empenho: culminar num movimento que toma contornos, acontece e ganha o mundo. Principalmente, ganhar esse mundo, como quer os ideais dos coletivos, tanto da rua, das mídias, dos bate-papos, enfim, das cabeças pensantes e diletantes, criativas e musicais que curtem o progresso da vida, deixando de lado os pseudos-intelectualistas e as falsas tendências que  querem ser libertadoras do sujeito, mas que na verdade tendem a aprisioná-lo cada vez mais, em grilhões de provincianismo. Neste sentido é que a ampliação de espaços e incentivos para eventos culturais devem ser mais comuns na mente de todos os setelagoanos, deixando o paternalismos para o passado oitocentista e apoiando tais pessoas que estão com mãos à obra e fazendo as coisas acontecerem com qualidade para os que surgirem pelo caminho com bom gosto cultural, vontade de fazer e mudar a rotina do seu povo.


Público vibra com Marina Machado

Texto: Thais Shinoda
Foto: Bárbara Ramos


O público de Sete Lagoas acabou de conhecer Marina Machado, e o Festival Gramophone. O evento, que aconteceu na Praça Tiradentes, totalmente aberto, chamou a atenção das pessoas. A maioria delas, não sabia quem se apresentaria. Ficaram sabendo do Festival Gramophone através de amigos, pela internet, e pelas faixas espalhadas pela cidade. Outros esperavam pela participação especial do cantor Flávio Venturini. Com tantas expectativas para uma quinta-feira, a praça reuniu famílias completas, com crianças, avós, jovens estudantes e vários casais. 

O público parecia arredio, quieto, desconhecedor. Mas Marina Machado, a partir do momento em que subiu ao palco tratou de deixar todo mundo bem à vontade. Seus pulos e gritos faziam as crianças rirem, os adultos gargalharam com uma canção em francês, e depois de alguns minutos já tinha gente tentando dançar, como sabia ou como conseguisse, afinal, músicas conhecidas começaram a aparecer. "Aí sim!" dizia o olhar do público. A canção sobre o povoado da Serra do Cipó foi uma das que mais emocionou.

Com  a participação do coral de alunos setelagoanos que se prepararam para a apresentação. Os mais velhos tinham brilho nos olhos, conseguia-se enxergar o orgulho de ser mineiro logo ali, nas mãos que aplaudiam antes da hora, na letra na ponta da língua. Flávio Venturini e Marina Machado foram aplaudidos de pé por todos. Quem não conhecia Marina, disse que amou o show. Quem viu Flávio cantar e tocar, não acreditava que um dia o veria ao vivo. Tanto gostaram que a porta do casarão ficou interditada por um tempo.Queriam fotos, queria conversar com os cantores. 

O Gramophone 2011 acabou de começar, e com um passo gigantesco, conquistando um público diferente e apresentando o que há de melhor na cultura.


"Quem é essa Marina Machado, que eu não conheço? Fiquei sabendo do evento pela internet, e tenho boas expectativas. Acho que vai ser uma sensação pra cidade".
Siomara Souza, 41 anos.

"Recebi indicação dos amigos sobre o Festival Gramophone." 
Igor Luís, 23 anos.

"A Marina Machado é uma grande artista, eu acompanho o trabalho dela há um bom tempo. Ela é muito conceituada em Belo Horizonte e espero que esse Festival ganhe espaço em Sete Lagoas, porque temos essa carência de cultura aqui, que não é tão investida pelos órgãos públicos e nem pelos privados. Minhas expectativas são as melhores, espero que tudo dê certo e que esse tipo de festival se torne mais evidente e possa se expandir cada dia mais". 
Carlos Henrique, 26 anos.


 “Eu li uma faixa falando desse show e minha companheira me pediu que viéssemos. Eu não conheço a artista, mas já ouvi dizer por aqui que é muito boa".
Cinésio Dias, 72 anos. 

Projetos culturais na pauta do Gramophone

Texto: Hugo Prado
Foto: Bárbara Ramos
 
 
 
Nesta quinta-feira (28) a programação do Gramophone contou com a oficina de Elaboração de Projetos Culturais, ministrada por Roberta Henriques Brito. Num breve bate-papo com a ministrante, perguntamos sobre a visão que ela possui acerca da proposta dos coletivos. Sobre isso, ela entende que os coletivos partem da ideia de que todos produzem conhecimento e fazem parte dele. O que ocorre é a relação de troca de conhecimento. Os coletivos, nesse sentido, representam uma ruptura da forma tradicional da relação de trabalho e da forma tradicional de se lidar com o conhecimento.

 
Em relação à elaboração de projetos culturais, questionamos sobre quais seriam as maiores dificuldades. Roberta pontua a existência de dois grandes entraves a produção e aprovação dos projetos. Primeiro, a questão da capacitação dos agentes para sistematizar ideias, ou seja, a dificuldade das pessoas que trabalham com cultura formatar seus próprios projetos. O segundo entrave é a necessidade de um contato mais qualificado com o setor privado para que os agentes possam vender seus projetos e torná-los executáveis.

Durante o debate dos participantes da oficina, a questão de Sete Lagoas foi discutida. Em relação à cultura existe uma lei municipal que nunca foi regulamentada e nunca surtiu efeito, muito embora, se saiba que uma comissão atualmente está avaliando a questão. Sete Lagoas tem muito a oferecer em termos de cultura, e aqueles que estão envolvidos com a cultura aqui atualmente têm que comprar uma briga política para conseguir um incentivo que é mais do que justo.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Vendo 147 e Ganga Bruta dão continuidade aos shows

Depois de um show inspirante de Marina Machado com as participações especiais de seus oficineiros e do lendário Flávio Venturini e tudo isso ainda com praça cheia hoje o Gramophone continua!

O Espaço de Artes Integradas continua aberto à visitação durante todo o dia, com exposições, instalações poéticas e mostra de vídeos e a partir das 19h os alunos da Oficina de Midialivrismo e da de Elaboração de Projetos Culturais continuarão o debate iniciado ontem.

A noite teremos mais show! Hoje é a vez de invadirmos o famoso "inferninho" e botar fogo com Ganga Bruta e Vendo 147 no Opinião Pub.


Vendo 147
A Vendo 147 é uma banda de música instrumental, nascida em Salvador/BA, que tem como principal (mas não único) diferencial o “clone drum” (bateria siamêsa, onde um mesmo bumbo tocado por duas pessoas, uma de frente para a outra, sincronizadas, como gêmeas, clones). A banda é formada por Glauco Neves e Dimmy “O Demolidor” Drummer, os “bateristas-clones”, Pedro Itan e Duardo Costa, nas guitarras, e Caio Parish, no baixo.
O grupo iniciou, efetivamente, suas atividades em meados de 2009 e, em pouco tempo, conseguiu difundir seu som em quase todos os cantos do país e está agora em turnê com o lançamento do primeiro disco, Godofredo.

Ganga Bruta
O rock em seu estado bruto. A partir de diversas influências, a banda resgata sonoridades das raízes para suas composições: blues, sertão, crítica social e miudezas do interior mineiro unidos a arranjos simples que dialogam com letras diretas e que mantém um dedo apontado para as mazelas da sociedade. Integrante do Coletivo Colcheia, a Ganga Bruta já tem dois discos gravados e lançados de forma independente: Eletrolíticos (2008) e O Terceiro Lado da Moeda (2010). No primeiro semestre de 2011, a banda começou a preparar novas músicas, que vão entrar no novo EP, e serão mostradas pela primeira vez no festival Gramophone.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Maratona de shows começa hoje!

O primeiro dos 14 shows é hoje, na Praça Tiradentes. E a programação já começa com uma atração especial: Marina Machado faz o show Tempo Quente e ainda convida Flávio Venturini. Este show fará  a abertura oficial do Espaço de Artes Integradas com exposição de 17 artistas locais.

A partir das 18 horas ainda tem Oficina de Elaboração de Projetos Culturais com Roberta Henriques Brito,Oficina de Midialivrismo e ainda Mostra de Vídeos.

A exposição será no 2º andar do Casarão e tem os seguintes horários de visitação: Quinta e sexta, 19h às 22h e sábado e domingo, 10h às 17h. Sempre com entrada franca.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Sorteio de passaportes e CDs


A Revista Ragga fez uma matéria sobre o Festival Gramophone e está sorteando passaportes e CDs do festival.
Para concorrer siga o Twitter da revista (@revistaragga) e dê RT na seguinte mensagem:  "Quero faturar passaportes para o Festival Gramophone, e ainda levar um CD pra casa! Siga e dê RT"

Portanto, se quer garantir o final de semana sem custos e ainda ganhar um CD participe!!!

Makin Of 4 - A entrevista

O programa Agenda, da Rede Minas, marcou uma entrevista com o Colcheia para falarmos sobre o Festival Gramophone. Como nós não perdemos uma registramos tudo e damos uma amostra do que foi para vocês.

Marcão falou pelo Colcheia - devidamente uniformizado, com a blusa do Gramophone. O local da entrevista foi o mais propício possível, com o anfiteatro do Casarão de fundo. Daqui há uns dias esse anfiteatro estará repleto de gente bonita e com bandas incríveis levando todo mundo à loucura.




A matéria deve sair na quarta-feira, às 19:30, no programa Agenda. Fiquem ligados!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Flávio Venturini fará participação especial no show de Marina Machado

Se o que estava bom podia ficar melhor, ficou!
Além de Marina Machado no palco a cantora ainda convida Flávio Venturini para fazer uma participação especial durante o show Flávio é um dos ícones do Clube da Esquina, junto com Milton Nascimento, Lô Borges e outros, além de ser ex-integrante da banda 14 Bis.
Confira um vídeo dos dois cantando juntos e se prepare para quinta-feira.


O show marcará a abertura do Espaço de Artes Integradas do Gramophone, na quinta-feira, 28, na Praça Tiradentes, às 20h.

Flávio Venturini
Seja qual for o ambiente, o compositor se encontra ativo, em permanente reconstrução, alinhando novos temas aos sucessos que há gerações transbordam de sua nascente musical. Há cinco anos, Venturini trocou o Rio de Janeiro – depois de quase três décadas – por um regresso feliz a Belo Horizonte. É lá que a imensidão das montanhas emoldura a inspiração sonora de sua nova Casa Encantada.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Abertas as inscrições para oficinas no Festival Gramophone

O Festival Gramophone ofertará 4 oficinas que visam a formação dos setelagoanos e o desenvolvimento de uma cena cultural fortalecida na cidade.

Para se inscrever preencha este formulário.

Saiba mais sobre as oficinas ofertadas: 

Oficina Elaboração de Projetos Culturais:
Quinta e sexta, 28 e 29;07 - das 19 às 22h
Ministrante: Roberta Henriques Brito
A oficina visa desenvolver habilidades básicas para elaborar projetos com linguagem adequada e coerência. O conteúdo será trabalhado a partir dos edital da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Estado de Minas Gerais. Espera-se que o participante compreenda os conceitos básicos na elaboração de projetos, entenda as particularidades de editais, construa planilhas e desenvolva linguagem objetiva.
Vagas: 20
Público alvo: Produtores e artistas que querem transformar suas ideias em projetos

Oficina Midialivrismo:
Quinta e sexta, 28 e 29;07 - das 19 às 22h
Ministrantes: Centro Multimídia Fora do Eixo Minas
Com o intuito de formar agentes de comunicação livre e multiplicar o pensamento de trabalho colaborativo e interdisciplinar nas áreas de comunicação, a oficina está focada em planejamento e execução de cobertura de eventos seja em texto, vídeo, foto e novas mídias, com abordagem principalmente voltada para internet. A oficina busca passar conhecimento com uma linguagem simplificada e ferramentas acessíveis, além de discutir os conceitos envolvidos na forma de trabalho do Centro Multimídia, como o Cidadão Multimídia e o Repórter Multimídia.
Vagas: 20
Público alvo: Estudantes de comunicação social ou interessados pelo assunto. Produtores de conteúdo multimídia

Oficina Cultura Hip Hop
Sábado, 30/07 - 13 às 17h
Ministrantes: Lorenzo, Beto e Rey
A cultura Hip Hop desde quando surgiu até os dias de hoje. Aulas especiais de break, MC e graffiti
Vagas: 40
Público alvo: Interessados em conhecer a cultura Hip Hop

Técnicas de canto e corpo para o palco
Quarta-feira, 27/07: 10 às 13h e 14 às 17h; Quinta-feira, 28/07: 10 às 13h
Ministrante: Marina Machado
Depois de 20 anos de carreira musical, Marina sente a necessidade de dividir com novos artistas a experiência profissional, passar um pouco dessa formação que adquiriu com anos de estudo, preparação para espetáculos, shows, CDs e DVDs e discutir sobre o mercado, onde queremos chegar, nossos objetivos, desejos e desafios em construir uma carreira longa.
Vagas: 20
Público alvo: Cantores e músicos que tenham curiosidade em relação à postura de um artista no palco

terça-feira, 19 de julho de 2011

Um presente do Gilberto Avelar


E eis que no meio desta tarde de dentro do olho do furação, como tem sido todas as tarde (e manhãs, noites e madrugadas!) nesta reta final do Gramophone... fomos surpreendidos por esta doçura de versos do nosso amigo Gilberto Avelar:

"Salve Colcheia!!!

Salve Colcheia cheia de graça, em tons diversos que vem e que passa, da menina faceira, que na música te abraça...

Salve Colcheia que vem e que passa
mais doce ainda com o Gramophone na praça,
que amortece, enlouquece e te entorpece de graça!

Sempre com um sorriso que feliz para sempre, escancarado te faça!!!
Sorria vc merece, o Gramophone na praça!!!

Vaaleuuuuuuuuuuu Colcheia!!!!!!!!!!!!!!"

Não podia deixar de compartilhar, né gente?

* Gilberto Avelar é Diretor do Museu do Ferroviário, trabalha com Teatro e Contação de Histórias, cultura regional, conteúdo artístico inserindo elementos da narrativa, musicalização, artes cênicas, cinema e documentários, sempre tendo como foco os conceitos de humanização e socialização do ser humano. Ou seja, um mestre que o Colcheia tem o prazer e privilégio de conviver.

Marina Machado abre Espaço de Artes Integradas no Gramophone

Se já não bastasse a programação musical cheia de ótimas referências da música independente brasileira, o Colcheia apresenta agora mais uma atração que dará um "up" na programação.


O Casarão será ocupado com um espaço de Artes Integradas que contará com exposição de artes visuais, instalações poéticas e mostra de vídeos. Marina Machado fará um show na quinta-feira do Festival, dia 28, às 20 horas na Praça Tiradentes que marcará a abertura deste espaço. Este show é uma realização do Colcheia em parceira com a Secretaria Municipal de Cultura de Sete Lagoas.

Crédito: Pedro David

Marina Machado é conhecida por sua parceria e andanças com um dos ícones da música brasileira, Milton Nascimento. Lançou em 2008 o CD, ‘Tempo Quente’, nas principais Praças do Brasil, pelo selo ‘Nascimento Music’, e teve seu CD distribuído pela EMI.

O CD e o show foram elogiados pela crítica mineira e nacional. A direção do show é de Rodolfo Vaz e Fernanda Vianna e o repertório é basicamente focado nos três CDs solo da cantora: ‘Baile das Pulgas’, ‘Marina 6horas da Tarde’ e ‘Tempo Quente’, além de releituras de clássicos da MPB, Clube da Esquina e Standards de Jazz!!!

A cantora, que começa agora uma nova pesquisa para o CD que será lançado no fim deste ano e comemora seus 20 anos de carreira musical.

Marina faz sua turnê de despedida de ‘Tempo Quente’ em grande estilo no Conexão Vivo com participações mais que especiais, começando por Chico Amaral, compositor presente em todos os três CDs da cantora.

Nelson Motta, em um depoimento sobre Marina: “…é 
um trabalho impecável do início ao fim, com excelente repertório, arranjos
 inspirados e uma cantora de voz doce, calorosa e precisa, que canta com 
muita personalidade… Não por acaso o disco se chama ‘Tempo Quente’ que é mesmo o que acontece quando a Marina canta”.

O Espaço de Artes Integradas contará com estes 17 artistas locais e ainda mostra de vídeos:

Adão Moreira
Adriana Drummond
Adriana Leite
Afonso Oliveira
Andre Valença
Dmtrius Cotta
Erlei Pereira
Felipe Godoy
Leandro Figueiredo
Leandro Lupiano
Luciano Ribeiro
Marcelo Alves Miranda
Manoel Rosário
Mura
Rangel de Carvalho
Ricardo Aquino
Warley Cardoso